• Dificuldades Alimentares,  Sem categoria

    Divida as RESPONSABILIDADES com a criança!

    Você sabe qual é o seu papel na hora da refeição com a criança? O modelo de Divisão de Responsabilidade na Alimentação foi proposto inicialmente por Ellyn Satter, uma nutricionista norte-americana que estuda comportamento alimentar há muitos anos. Esse modelo tem sido utilizado mundialmente para ajudar pais e cuidadores na desafiadora tarefa de alimentar as crianças, devido a sua facilidade de entendimento e respeito às necessidades fisiológicas de autorregulação. Esse modelo pode ser aplicável desde a introdução alimentar até os primeiros anos da adolescência. O papel dos pais e cuidadores é: Escolher alimentos saudáveis e preparar uma comida saborosa; Fornecer refeições e lanches regulares, que permitam também que a criança…

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    Precisamos falar sobre o NOJO!

    O bebê faz cara de nojo quando você oferece um alimento a ele? Quando o nojo está presente, é o momento de ressignificar. Quando foi que você deixou de ter medo do escuro? Ou de ficar triste e chorar sem parar por que uma formiga morreu? Ou de ficar bravo por que não conseguiu empilhar alguns blocos? Quando foi que você deixou de rir até perder o ar quando te faziam cosquinhas? Quando você deixou de explodir como um vulcão quando ouvia um “não”? O nojo, como todas as emoções, surge com muita intensidade na infância. Todo nojo é real: dizer que não é necessário ter nojo não faz ele…

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    A seletividade não é PESSOAL!

    Você está levando a seletividade alimentar da criança a um nível pessoal?  Quando a alimentação da criança é extremamente limitada e o horário das refeições parece um campo de batalha, é difícil não começar a levar essa situação para o lado pessoal. Mas fazer isso, além de não ajudar, pode dificultar o progresso. Quando se trata de ter um filho com seletividade alimentar, a batalha é real! A frustração nunca termina porque sempre há outra refeição a ser feita e outro comentário de alguém que você mal conhece sobre como você deve lidar com seu filho. Você já tentou de tudo, mas a criança continua dizendo “NÃO”, “ECA”, ou simplesmente…

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    O que é DIFICULDADE ALIMENTAR?

    Você sabe o que é esperado para o desenvolvimento e o que pode ser considerado uma dificuldade alimentar? A NEOFOBIA é definida como “a rejeição de alimentos que são novos ou desconhecidos”. Pode acontecer com todos os onívoros e acredita-se que esse tipo de resposta tenha um papel importante para a nossa sobrevivência, nos protegendo de toxinas encontradas na natureza. A neofobia é um comportamento natural, que pode acontecer a partir da introdução alimentar e se resolve tranquilamente através de múltiplas exposições. A SELETIVIDADE é uma nomenclatura com definições e significados inconsistentes em diferentes países. Vários critérios para a alimentação seletiva são usados na literatura. Em algumas culturas, pode incluir…

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    A recusa é só a ponta do ICEBERG!

    A criança anda recusando a comida e você faz de tudo para que ela aceite? O fato da criança recusar a comida é só a ponta de um imenso iceberg. Por trás desse comportamento estão questões bem mais profundas, que precisam ser acessadas para compreendermos as verdadeiras causas de uma dificuldade alimentar. Agir sobre a ponta do iceberg, forçando a criança a comer, ou mesmo deixando-a com fome, só irá trazer mais desafios de comportamento, porque lá no fundo desse oceano azul está o maior objetivo dessas crianças na hora da refeição. E esse objetivo não é recusar a comida. Essas crianças estão apenas incessantemente buscando por conforto e segurança…

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    O CICLO da recusa alimentar!

    As dificuldades alimentares são muitas vezes enfrentadas por cuidadores sobrecarregados, cheios de medos e crenças limitantes que, sem o apoio necessário, acabam optando por práticas de alimentação extremamente contraproducentes. A maioria dessas práticas é definida por metas para fazer com que a criança coma mais, menos ou coma diferentes tipos de alimentos. Geralmente, o resultado é completamente o oposto e, quanto maior a pressão, maior será a resistência ou o retrocesso da criança. Infelizmente, a maioria das famílias de crianças com dificuldades alimentares está no centro da espiral e tem estado lá por meses ou anos. É um lugar difícil de se voltar. Difícil, mas não impossível. É imprescindível antecipar…

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    A criança precisa MESMO comer tudo?

    Confiar na quantidade que uma criança está disposta a comer é, sem dúvida, uma das maiores quebras de paradigma dos últimos tempos. Com a Revolução Industrial, as preocupações com o leite artificial foram provavelmente generalizadas para as crianças amamentadas e, à medida que aumentavam as porções, aumentavam também as crianças que não conseguiam “comer tudo”. Recentemente, com a popularização das 5 cores no prato, também aumentou o número de crianças que não comem “de tudo”. Naturalmente, em muitos casos, o problema da “criança que não come” acaba surgindo do desequilíbrio entre o que o adulto espera que a criança coma e o que ela está disposta a comer. Fato é,…

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    Comer se APRENDE!

    O primeiro passo para ajudar uma criança que não quer comer é saber COMO ELA APRENDE a comer. Ao contrário do que parece, comer não é instintivo. Aprendemos a comer ao longo da vida, por meio das nossas experiências e do convívio social com outras pessoas que também comem. Quanto mais resumimos a alimentação infantil à nutrição, mais nos distanciamos da alimentação enquanto processo de aprendizagem. É bem comum que haja um desajuste nas expectativas do que a criança pode fazer e o que se espera que ela faça. Isso decorre da falta de conhecimento acerca dos processos que permeiam e atravessam o desenvolvimento infantil ao mesmo tempo em que…

  • Dificuldades Alimentares

    É só uma fase?

    Alguma vez na sua vida você já deve ter ouvido que uma criança não morre de fome. Que se ela tiver fome, instintivamente irá comer. Pois bem, não é bem assim que funciona. Um cuidador, quando leva sua criança a um profissional e ouve esse tipo de conselho, acaba seguindo essa orientação. E apenas deixar a criança com fome, pode inclusive agravar uma dificuldade alimentar.  Mas veja bem, a culpa não é do cuidador. Afinal, os profissionais estão em uma posição de poder e, teoricamente, pais e cuidadores costumam procurá-los quando já estão preocupados e não sabem mais o que fazer. Então, se não podem confiar neles, que esperança resta?…